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BMW 125d


125 BMW

 

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DO PRAZER DE CONDUZIR

Mais desportivo, ágil e irreverente, o novo BMW 125d é a aposta da marca alemã para o concorrido segmento B do mercado europeu. O Bom Rebelde teve a oportunidade de passar um fim-de-semana com ele e mostra-vos agora, o que podem esperar deste citadino série 1 que promete sem dúvida, divertir e atrair todas as atenções

EXTERIOR DINÂMICO. INTERIOR EXCLUSIVO

Com um design cada vez mais emocionante a piscar o olho aos amantes dos desportivos, o renovado herói da BMW combina na perfeição a performance ao estilo de vida urbano. Para este ensaio de fim de semana, a BMW apresentou-nos a sua versão 125d equipada com um motor TwinPower Turbo de 4 cilindros a Diesel, de 224cv capaz de ir dos 0 aos 100 em apenas 6,3 segundos. Escusado será dizer que facilmente nos pomos em sarilhos se não olharmos para o velocímetro...

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Quanto às inovações, o novo 125 integra uma série de excitantes sistemas de auxílio à condução e funções de comunicação no habitáculo, conectividade e info entertainment táctil que não só aumentam a segurança passiva e activa do veículo, mas também prometem uma melhor experiência de condução.

Com carroçaria de dois volumes e três portas, este 125d destaca-se por uma espacialidade interessante, tanto ao nível da vivência interior bem como na arrumação e volumetria da bagageira. Uma nota muito positiva também para o nível elevado de conforto dos bancos em pele, que favorecem as cotas de habitabilidade e de bem-estar no veículo. 

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No exterior, a incomparável grelha dupla com friso exclusivo em preto e as entradas de ar de grandes dimensões, fazem da frente do BMW Série 1 uma demonstração de domínio e de um indomável estímulo para o futuro. Também os faróis planos e escurecidos sublinham o caráter que se quer, cada vez mais desportivo. 

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Já as jantes arrojadas, o pára-choques distinto e as luzes traseiras LED em forma de L criam uma imagem inspiradora na traseira. As ponteiras de escape em preto cromado incluídas de série na Versão Shadow e na Versão Desportiva M Shadow conferem ainda mais dinamismo a este citadino irreverente. 

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EXUBERANTEMENTE DESPORTIVO. REGRADO NO CONSUMO

Graças ao binário do motor Turbo de rotações elevadas, o 125d  proporciona momentos de condução divertida e incrivelmente ágil - sobretudo em combinação com a opcional suspensão adaptável M e com uma direcção desportiva variável, igualmente disponível como opcional. Quer se tratem de viagens na cidade, estradas secundárias ou em autoestrada, este BMW é sempre eficiente. No modo ECO PRO, necessita de uma quantidade surpreendentemente reduzida de combustível, o que aliviará as idas aos postos de abastecimento. 

Com uma caixa de 8 velocidades e 4 modos de condução, o novo série 1 apresenta:

O modo ECO PRO, onde a eficiência é aumentada evitando reduções de velocidade e a função de marcha por inércia é activada, o que permite ao automóvel deslizar com uma resistência especialmente baixa desligando o motor. Isto reduz consideravelmente o consumo de combustível e aumenta significativamente a autonomia.

O Modo COMFORT,  disponível para viagens tranquilas e descontraídas, durante as quais é activado um programa de mudanças de velocidade suave com um nível de rotações mais baixo. Em combinação com a suspensão adaptável M, garante que qualquer irregularidade do piso permaneça praticamente imperceptível.

O Modo SPORT, que em combinação com a suspensão adaptável M, oferece uma afinação mais desportiva da suspensão, combinada com uma maior rígidez dos amortecedores. Assim, o modo sport garante uma resposta mais espontânea do sistema de tracção e da direcção, bem como um prazer de condução ilimitado.

O Modo SPORT+, A escolha certa para um estilo de condução decididamente desportivo e de melhor performance. Aqui, os intervalos de rotação são minimizados entre as velocidades, permitindo uma aceleração com nível de impulso especialmente elevado. Além disso, a função DTC (controlo dinâmico de tracção) entra em acção, conferindo ainda mais derrapagem às rodas motrizes. Basicamente este é o modo HAPPY e sem dúvida o mais divertido, onde podemos realmente desfrutar de todo o potencial que o carro tem para oferecer.


Em estrada, o 125d passou com distinção em todas as provas que lhe foram sendo suscitadas e em algum caso apareceram os habituais ruídos desagradáveis. As mudanças de velocidade foram praticamente imperceptíveis e os consumos bastante agradáveis, até quando levado ao limite.  Sem dúvida, um carro vencedor no segmento B.

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Porsche 993 Carrera Cabrio


993 Carrera

Porsche

Porsche 993 Carrera Cabrio


993 Carrera

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 993 Carrera Cabriolet

Os 993 reinventaram o conceito e a filosofia do Porsche 911.

Apesar de historicamente, ser considerado um modelo provisório enquanto a nova geração dos 996 e Boxster estavam em desenvolvimento; o 993 conseguiu superar todas as expectativas da marca e do público em geral. O sucesso veio como resultado de uma aparência predominantemente curvilínea, uma nova e excitante robustez de condução, a suspensão traseira actualizada e uma qualidade de construção notável (que muitos dos modelos subsequentes do 911 não conseguiram obter).

Considerado o último dos Porsches refrigerados a ar, a geração do 993 é aliás vista por alguns fãs acérrimos da marca como o grande último modelo da sua longa linhagem.

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MASTER AND COMANDER

Ao contrário dos carros desportivos mais modernos, o 933 é um clássico que nos obriga a uma ligeira adaptação - os pedais são tenuemente deslocados e o layout dos painel de instrumentos parece bastante aleatório. No entanto, é um layout que rapidamente convence.

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Quanto ao desempenho, o 933 mostra toda a sua vivacidade já em movimento, apresentando um acelerador bastante animado (5,2 segundos dos 0 aos 100km/h) e uma agilidade que os carros posteriores simplesmente não têm.

Obviamente que em termos de tecnologia, segurança e conforto, é suplantado pelos seus sucessores, mas ainda assim, é sem dúvida, um carro desportivo cheio de raça.

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Os entusiastas procurarão um bom Coupé, mas sejamos honestos, o tejadilho eléctrico do Cabriolet confere uma satisfação extra durante passeios de longa distância.

Em suma, ainda que os anos passem, o Porsche 993 será sempre um must-have em qualquer garagem que se preze. Mas não se deixem enganar, o termo “garagem” aqui só se aplica para o estacionar: pois o 993 ainda é um bom carro para uso diário e ideal, particularmente para aquelas voltinhas que gostamos que nunca mais acabem.

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R NINE T


R NINE T

 

BMW

 

R NINE T


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BMW

 

ORDEM E PROGRESSO

As duas rodas sempre foram um passatempo apaixonante e a BMW Motorrad de tudo tem feito para assegurar que esse fenómeno se mantém intacto ao longo dos quase 100 anos de existência. Talvez seja por isso que a marca mantenha os mais altos padrões de inovação e qualidade e que seja ainda hoje, a campeã de vendas no sector. Nesse sentido, e como quem não arrisca não petisca, a BMW volta a dar o passo decisivo na revolução do mercado com o nascimento da R NINE T. Bem mais do que um exercício de design, esta é uma mota de culto cujas linhas remontam para um espírito revivalista dos anos 60, ainda que não descure a tecnologia de ponta tão característica da marca. O Bom Rebelde esteve aos comandos desta purista das estradas e elege agora o creme de la creme da nova coqueluche BMW.

PURO DESIGN

Passeámos por Monsanto e Lisboa, e o feedback foi sempre o mesmo: olhares indiscretos que bajulavam a imagem descontraída com toques de liberdade e o som inconfundível do escape Akrapovic. O desenho de tudo é nesta R Nine T sem duvida muito apelativo, em especial na decoração dourada de fundo negro, que verdadeiramente personalizada, fica arrebatadora.

É impossível falar da R Nine T sem olhar para algumas das soluções técnicas utilizadas. Esta heritage é alimentada por um motor Boxer bicilíndrico a quatro tempos refrigerado a ar e óleo, que debita 110cv de potência - mais do que suficientes para curvas cheias de adrenalina.

A ciclística é irrepreensível, para qualquer tipo de estado de espirito, quer seja ele mais rebelde ou de teor mais pacifico. Já a segurança é garantida pelo competente sistema de travagem a cargo da Brembo, com ABS de série. 

O painel de instrumentos composto por contra-quilómetros e conta-rotações não só remonta aos velhinhos anos 60, bem como realça o toque minimalista e imagem aligeirada deste modelo. Conta igualmente com um display multifunções de informações uteis, uma forquilha telescópica no eixo dianteiro e uma Paralever BMW Motorrad no eixo traseiro. Com um peso avaliado nos 222 kg, a R9T mostra em cidade boa agilidade, porém liberta toda a sua garra em estradas repletas de curvas e contracurvas. O depósito tem uma capacidade de 18 litros e os pneus são 120/70 R17 na dianteira e 180/55 R17 da traseira. 

FEITA PARA AGRADAR

Numa época em que o segmento “heritage” monopoliza atenções e posições cimeiras de venda, a BMW faz definitivamente sonhar todos os que desejam ter “aquela” mota arrojada e extremamente artilhada. As opções de personalização são muitas, desde preferências técnicas (como a remoção da secção traseira do quadro) aos novos catálogos Motorrad Spezial que prometem meter muitas calculadoras a funcionar. 

O “Santo Graal” das cafe racers

Após um dia de muitas voltas em Lisboa e Monsanto, ficámos abismados com o modelo. Aliás, de uma mota BMW outra coisa já não seria de esperar, no entanto, vimos nesta R Nine T uma pureza e autenticidade únicas. Distinta em vários fundamentos da sua irmã Scrambler, este modelo tem uma óptima base de evolução para os próximos anos e vem confirmar mais uma vez a excelente forma da equipa de inovação da marca bávara.

A R Nine T está disponível no mercado nacional a partir dos 16 268 euros. A nossa, veio em modo empréstimo pelo stand Motomil. Um bem haja!

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Ducati


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DUCATI

 

 

Ducati


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DUCATI

 

 

um olhar sobre o futuro  

Fomos testar a Ducati Scrambler ao LX Factory e garantimo-vos, esta ragazza não é um modelo fácil para os amantes da marca mais conservadores, mas abre definitivamente portas a muitos outros. 

Em 2015, o sector das duas rodas espelhava um grande interesse no conceito Scrambler, à qual a italiana Ducati não escapou. Nesse sentido, a marca de Bolonha lançou-se num campo desconhecido, que implicou a criação de uma sub-marca que permitisse a integração de novos modelos Scrambler, com valores mais simples, maior liberdade de expressão, e que se distanciassem de certa forma do tradicional universo Ducati.  Com um trabalho de casa bem feito em termos de comunicação e imagem, surge então a Scrambler Classic, que tivemos agora oportunidade experimentar no hit market de Lisboa, o LX Factory. 

A Scrambler é de facto, uma mota sem o aspecto habitual da Ducati, o que nos deixou reticentes num primeiro contacto. Foi realmente necessário conduzi-la para a entender: Os primeiros quilómetros são de habituação, mas para surpresa nossa, é uma mota de resposta eficaz, facilidade de condução tremenda e com uma ciclística irrepreensível.

Com um motor 4T bicilíndrico em L refrigerado a ar, potência de 75 cv, amortecedor e forquilha invertida assinados pela Kayaba, sistema de travagem da Brembo, ABS de série e painel de instrumentos simplificado, esta Scrambler tem um design simpático e acabamentos satisfatórios. Em destaque, salientam-se os pneus desenvolvidos em exclusivo para o modelo – os MT60RS,  a cargo da Pirelli. 

VEREDICTO

A Ducati Scrambler coloca a marca italiana definitivamente na rampa de lançamento para o sucesso,  não só pela relação qualidade/preço mas também pelas variadíssimas opções de personalização que apresenta.

Ainda que se afaste dos cânones a que fomos habituados pela Ducati, é garantidamente uma mota concebida para todos, dos 18 aos 80. 

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bmw scrambler


Scrambler

BMW

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Scrambler

BMW

less is more

Less is More. Frase iconizada pelo arquitecto alemão Mies Van der Rohe em 1907, assenta agora na perfeição para descrever a belíssima BMW Scrambler que tivemos oportunidade de experimentar. Despida de preconceitos, vática, quase imoral, esta R nineT Scrambler é definitivamente “a” mota do momento. Venham-na conhecer

Honesta e Irreverente

A Scrambler é uma mota que cativa corações ainda antes do momento de dar à chave não só pelas suas linhas simples e interporais mas pelos pormenores de cariz retro muito próximos das actuais tendências do sector. Exemplos disso mesmo são o banco em pele, as borrachas na suspensão dianteira, o conta-quilómetros analógico, os retrovisores, a pintura elegante e sóbria bem como a colocação elevada da belíssima ponteira. É sem dúvida, uma mota despida de adereços tecnológicos que poderiam alterar a essência de uma condução que se quer “pura”.

Acústica viciante

O rodar de chave e colocação do dedo no “Start” constituem momentos de grande ansiedade até ouvirmos a alma do clássico motor boxer, que em sintonia com o som emitido pela ponteira de dupla saida da Akrapovic mostram-nos toda a irreverência e personalidade de um motor que se quer expedito.

As diferenças entre a Scrambler e a irmã R NineT, encontram-se na condução em estrada. Para o Bom Rebelde, a solução Scrambler sai vencedora pois a posição de condução é mais descontraída e ágil, graças à elevação do guiador, à escolha de pneus e medidas das jantes (19 e 17 polegadas) aliada a um reajuste de inclinação na coluna de direcção. Também os braços pousam quase paralelos ao chão permitindo uma maior confiança para explorar o conjunto e até fazer algumas brincadeiras em segurança graças aos sistemas de ABS e ASC, vindos de série. 

Sem limites

A nova BMW RnineT Scrambler é a mota que faltava ao já vasto catálogo da marca bávara e que sem dúvida, faz as suas rivais implorarem por piedade. É possante e carismática mas ao mesmo tempo simples e cuidada. Os detalhes fazem aqui toda a diferença e elevam a fasquia para todos os amantes da customização que podem agora potenciar um produto base BMW atraente, a níveis arrebatadores.

Esta Scrambler decididamente parte corações e o nosso foi só mais um. Quem sabe se em 2017 o Bom Rebelde não assume um compromisso sério com esta minimalista das estradas? Até lá, um muito obrigada ao stand BMW Motomil e à Stone Lifestyle pelo espectacular capacete Hedon

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Novo MINI COUNTRYMAN


COUNTRYMAN

MINI

Novo MINI COUNTRYMAN


COUNTRYMAN

MINI

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Novo countryman

Há já algum tempo que a Mini tem vindo a usar nos seus modelos top-sellers uma estratégia de ousadia que arrisca linhas cada vez mais arrojadas e excitantes. 2017, não é um ano de excepção para a marca, que nos brinda agora com uma versão arrojada do seu famoso Countryman. Estivemos na apresentação em Lisboa, para conhecer em primeira mão as novidades deste Suv compacto e confirmámos as nossas expectativas: o novo Mini Countryman é um carro totalmente desenhado para a aventuras de fim de semana por esse Portugal fora.

Da cidade para a montanha

O "Country" cresceu e amadureceu. Com mais uns centímetros relativamente ao seu formato original, este mini é agora capaz de proporcionar maiores e melhores aventuras que irão muito além das voltinhas em espaço citadino. Na nova versão, o espaço de arrumação no compartimento de carga aumentou, criou novos apoios almofadados e tem agora um inédito banco de piquenique desdobrável, que pode ser montado sobre a soleira do portão traseiro.

Também no interior, referência para o facto de o novo Countryman ser o primeiro Mini a contar com um ecrã central táctil, o MINI Connected de 8.8 polegadas, equipado com a (opcional) versão mais evoluída do sistema de info-entretenimento.

Conta ainda com uma iluminação ambiente em dois tons, azul e vermelho, e bancos traseiros de regulação longitudinal (130 mm) e costas, rebatidos na proporção 40/20/40.

Já no exterior, os faróis LED e o tejadilho foram redesenhados e o pára-choques é agora mais vistoso, apresentando assim um look mais moderno e jovem, sem nunca abandonar o objectivo de se afirmar como um Bom Rebelde. Respectivamente aos detalhes técnicos, o "Country" pode ser equipado com um motor de 136 cv na versão Cooper e chegar aos 192 cv na versão Cooper SD. 

A grande novidade da mais recente criação da Mini é mesmo a versão híbrida plug-in, que torna o Countryman mais “ecológico” e menos gastador, num consumo médio anunciado de 2,1 l/100 km e 6,9 segundos dos 0-100 km/h, e que segundo a marca promete oferecer a mesma eficácia e o mesmo divertimento ao volante das restantes versões da gama.

Este jovem rebelde já se encontra disponível para as vossas aventuras, venham conhecê-lo num dos concessionários da marca, SANTOGAL. 

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30ª BAJA PORTALEGRE 500


30ª BAJA PORTALEGRE

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30ª BAJA PORTALEGRE 500


30ª BAJA PORTALEGRE

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30ª baja portalegre 500  

No passado fim de semana, o Bom Rebelde juntou-se à equipa oficial Motomil com o objectivo de registar e ajudar a serem alcançados os objectivos da equipa estreante na mítica prova portuguesa de Todo o Terreno, a Baja Portalegre 500.

A equipa tinha como objectivo terminar a prova e promover dois modelos muito populares da vasta gama BMW Motorrad, os modelos F800GS e F800GSA, assim como mostrar todas as suas capacidades para este tipo de provas, com as modificações devidas, a nível de Ciclística para enfrentar a derradeira prova de TT do nosso país, considerada a melhor Baja do velho Continente.

O Prólogo deixou boas perspectivas para os dois pilotos da casa de Almada, com os bons resultados, estes a manterem-se na parte da tarde de sexta-feira, com Paulo Teixeira a ocupar o 3º lugar da sua classe.

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Na manhã de Sábado um erro de interpretação, impediu a continuação da excelente prestação do Teixeira na Baja, contudo o piloto Ricardo Fonseca prosseguiu na prova, até sofrer uma queda em SS3 antes de ZA1, que condicionou a sua continuação na prova. 

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Uma experiência inesquecível, um ambiente único vivido que deixa o "bixinho" já a pensar na 31ª Baja, e quem sabe com uma outra função, uma ainda mais excitante e vibrante.
Queremos deixar um especial agradecimento à Motomil pelo convite de ingressar nesta equipa fantástica e por toda a experiência vivia. 

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DISTINGUISHED GENTLEMAN RIDE


Gentleman's Ride

Lisboa

DISTINGUISHED GENTLEMAN RIDE


Gentleman's Ride

Lisboa

UM ACORDO MUNDIAL DE CAVALHEIROS  

No passado Domingo, o Bom Rebelde juntou-se à iniciativa mundial do The Distinguished Gentleman's Ride com o objectivo de sensibilizar e angariar fundos para a investigação do cancro da próstata e alertar para o suicídio masculino. Vergonhosamente, esta foi a primeira vez que fizemos parte do famoso passeio de cavalheiros, mas garantimos desde já que para o ano estaremos inscritos de certeza, (tal foi a emoção!)


Num primeiro olhar, o DGR é um evento divertido mas o objectivo, esse, é sério. Trata-se de um fenómeno internacional, com mais de 90 países e 500 cidades envolvidas que tende a expandir-se a cada ano que passa. E ainda bem!

Com 2 eventos na bagagem, o gentleman's ride deste ano superou todas as espectativas dos organizadores, aumentando para o dobro o número de participantes inscritos e curiosos que não resistiram a dar um saltinho num evento que se tornou, assumidamente, ao terceiro ano uma referência no panorama das duas rodas em Portugal.

Em Lisboa, contaram-se mais de 400 fiéis gentlemen que tomaram de assalto as ruas da cidade, numa parada muito bem organizada onde todos se deram a mostrar nas suas melhores roupas e acompanhadas, claro está, de motas dignas da ocasião predominantemente clássicas ou retro.

Em Lisboa, o percurso iniciou-se no Parque das Nações percorrendo depois o Saldanha, Marquês de Pombal (com direito a duas voltas), Parque Eduardo VII, Chiado, Marginal, Estoril e por fim o muito esperado Autódromo do Estoril, onde generosamente foram dadas 3 voltas ao circuito de peito feito e bigodes ao vento.

É com muito orgulho que vemos eventos como o The Distinguished Gentlemans Ride tornarem-se tão grandes em feito como em impacto no nosso país, não só pela chamada de atenção para a luta contra o cancro, mas também por atrairem tantas pessoas para o espírito amigável que sempre foi predominante no seio da comunidade motociclista. Um bem haja a todos os que participaram e acima de tudo, a quem o organizou. Ride dapper, always.

Para os mais distraídos: ainda vão a tempo de doar a favor desta causa! Mais informações em: http://www.gentlemansride.com/ 

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Moto Guzzi


V9 BOBBER

Moto Guzzi

Moto Guzzi


V9 BOBBER

Moto Guzzi

bobbers e gravatas

O Bom Rebelde esteve aos comandos da nova Moto Guzzi V9 Bobber numa sessão que começou em Lisboa, acelarou até Sintra e brihou numa saída triunfal durante o Distinguished Gentleman’s Ride no Estoril. Tudo em estilo, como uma mota italiana pede, é claro... 

Apresentada no Salão de Milão no ano passado, a V9 chegou a Portugal este Verão, prometendo agitar a concorrência. Mas o que tem esta Bobber de tão especial?

Numa primeira impressão, salta-nos à vista a qualidade de construção: com grande apetência para os detalhes cuidados e bem resolvidos, praticamente não existe na V9 qualquer tipo de acabamento em plástico. (Algo raro nos dias de hoje) O assento mostra-se confortável em pequenos passeios (!) e a cablagem verifica-se bem integrada no corpo da mota, tornando o conjunto ainda mais apelativo de se observar e desfrutar.

E a pintura?

O cinza Matte com listas vermelhas articula-se na perfeição no estilo descontraído de uma mota, que não se cansou de ser elogiada todo o fim-de-semana.

Temos a certeza que na fábrica da Guzzi (em Mandello del Lario) se devem encontrar várias Easyriders' magazine dos anos 70 coladas às paredes dos estúdios de produção, pois a V9 é tudo o que um bom rebelde com espirito retro pode desejar. 

Igualmente rebelde é a posição de condução. Genuína e irreverente, apresenta um look drag do guiador que permite ao condutor uma postura entre o descontraído e o vibrante, onde os braços se apoiam no guiador de forma paralela ao chão.

A roda dianteira com um pneu “vigoroso” e a direcção suave fazem com que a Bobber transpareça enorme confiança e estabilidade em curvas acentuadas.

O seu motor bicilíndrico em “V” a 90º, é refrigerado a ar e tipicamente montado de forma transversal. Conta com 853cc e uma curva de potência máxima de 55cv ás 6250 rpm. Com um consumo regrado na casa dos 6 lts aos 100km, o motor desta v9 é por si só, uma peça de requinte e bom gosto, ideal para expor naquela prateleira de destaque lá em casa.

VEREDICTO

A Bobber assume-se como uma mota cheia de carácter, preparada para quem a queira custumizar e realçar ainda mais os seus pontos fortes. Assente em dois factores preponderantes: uma aparente frontalidade de design e a verdadeira subtileza dos detalhes e condução, esta v9 é mais uma confirmação do excelente trabalho da Moto Guzzi.

Durante o ensaio, comportou-se lindamente em todos os tipos de estrada e, convenhamos, assentou lindamente com o nosso fato e gravata.

Um muito obrigada à Officina Moto.

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Dragster 800


DRAGSTER 800

MV Agusta

Dragster 800


DRAGSTER 800

MV Agusta

follia italiana

Se a experiência anterior foi Brutale, com a Dragster 800 a adrenalina subiu a "valores de coima". Acelarámos, curvámos,derrapámos...

Só nos mandaram parar quando a tivemos de entregar. 

A MV Agusta Dragster 800 é uma mota de paixão arrebatadora, símbolo de liberdade e fascínio arrepiaste a cada km, capaz de transformar as ambições de cada motociclista em momentos inesquecíveis. O motor de três cilindros em linha a debitar 125 cv às 11600rpm imprime a quem conduz, a experiência única do som de um verdadeiro tricilíndrico.  

Graças às oito posições de controlo de tracção, a Dragster 800 permite ao condutor um ganho de confiança faseado onde o punho direito assume o controlo da mota e nos permite derrapagens divertidas à saída das curvas.

Uma mota fogaz precisa de um sistema de travagem à sua altura, e neste caso essa responsabilidade está a cargo da marca Brembro, mostrando-nos uma travagem muito doseável e segura, mesmo em situações de alto risco. 

"As vibrações iniciais disseram-nos tudo: punho fechado, rotações no volume mais alto, roda traseira a derrapar, fumo branco. Assim sim, podemos arrancar!"

    

Com um design único, de linhas curtas e empolgantes onde os pormenores cuidados são reis, a Dragster 800 contém do ponto de vista electrónico quatro mapas de gestão do motor (normal, rain, sport e custom) - sendo o modo sport o mais viciante e onde se retira todo o potencial da ciclistica. O igualmente estonteante pneu traseiro Pirelli DIABLO Rosso II de 200/50 convence, transmitindo pujança a surfar as infindáveis curvas da Serra da Arrábida, numa dança sem fim, ainda que desejada.

conclusione

A Dragster 800 reevoca o espírito das "dragsters": motas com motores possantes, prontas para destruir borracha. Inquestionavelmente, o conjunto de 167kg fá-lo brilhantemente, libertando todo o seu poder em poucos segundos. Segundos esses que terminam num piscar de olhos, mas que sem dúvida, geram emoções para sempre. Cose della vitta! 

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EICMA 2016


 

EICMA 2016

Milão

EICMA 2016


 

EICMA 2016

Milão

exposição mundial

Há uma vida que se agita em Milão por altura do mês de Novembro.  A cidade é inteiramente tomada pelo espírito motociclista, transformando a capital da moda na verdadeira capital das duas rodas. O Bom Rebelde esteve por lá, e mostra-vos agora o apanhado (possível) da intensidade vivida na Rho Fiera de Milão. 

Num ano em que o sector do motociclismo mostra sinais de vitalidade e em que a economia aparenta uma leve recuperação, as grandes marcas não recuaram na vontade de surpreender o público com um notório investimento na diversidade, bom design e stands atractivos. E de facto, tal esforço foi recompensado ao revelar-se os números da edição de 2016: com um total de 500 000 visitantes, ao longo de 6 pavilhões, numa área de 280 000 m2, 1010 expositores e um vasto espaço exterior de Freestyle (Motolive), 2016 foi a edição com mais audiência de que há conhecimento. 

A inovação e tecnologia foram os grandes destaques do Salão, destacando o Bom Rebelde:

1. a Husqvarna Vitpilen 401, que não se afastando muito do espectacular protótipo apresentado à dois anos pela marca Escandinava, vai ter na sua linha de produção um design arrojado e futuristico baseado na KTM 390 Duke. A Vitpilen 401 estará disponível nos stands europeus a partir do Outono de 2017. 

2. a Yamaha T7 concept. Radical, é apenas o que temos a dizer. Desenvolvida como potencial modelo a sucesseder à XT600Z Ténéré, esta T7 prima pela palete de alumínios e computador de bordo, a pedirem urgentemente diversão em terras desconhecidas. Más notícias para quem espera ter um destes brinquedos na lama rapidamente, só estará disponível em meados de 2018.

3. a Honda X-ADV 750. Numa altura em que nenhuma das marcas concorrentes apresenta soluções revolucionárias no campo das 125, eis que aparece a X-ADV 750.  Uma crossover que combina na perfeição as linhas citadinas com o espírito aventureiro das míticas Africa Twin, a X-ADV está equipada com um motor bicilíndrico de 745cc e 54 cv a funcionar com um sistema de dupla embraiagem DCT. É esperada a venda em solo europeu em meados de 2017.

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Numa Feira que apenas nos desapontou pela ausência de acessórios de destaque no que toca ao movimento cafe racer, ficámos pasmados com a enormidade de eventos levados a cabo pelas marcas ligadas ao ramo, que trazem ao centro urbano de Milão a energia contagiante das duas rodas, provando que o motociclismo é mesmo para todos. O Bom Rebelde destaca as galerias La Rinascente e o famoso bairro de Isola onde se encontra a “meca” da Deus Ex Machina, como os locais mais badalados e essenciais para as after parties das marcas e eventos paralelos. 

Deixámos o melhor para o fim... Porque não só de curvas mecânicas foi repleta a feira deste ano.

VEREDICTO

Feitas as contas, o Salão Internacional confirmou mais uma vez ser o barómetro do estado da indústria e espelho do que melhor se faz a nível mundial. Esperamos impacientemente pela abertura de portas em 2017 com mais e melhores novidades, num ambiente que asseguramos, mais nenhum outro evento mundial consegue reproduzir. Ci vediamo Milano!

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MV Agusta Brutale


BRUTALE 800

MV Agusta

MV Agusta Brutale


BRUTALE 800

MV Agusta

LA BELLa RAgazza

A verdade é que nunca tínhamos passeado com uma italiana, e logo uma MV Agusta! 

Possante, dura e directa...É assim a Brutale 800. Rendemos-nos aos seus encantos.

Fundada por Giovanni Agusta, a MV Agusta tem na Brutale 800 o seu modelo mais icónico. Trata-se de uma mota reconhecida pelo seu desenho único, digna de muitos olhares indiscretos que param para registar a imagem cuidada repleta de detalhes e robustez.

Curiosamente, muitos foram aqueles que nos vieram saudar pela "máquina" e que não se abstiveram de tirar uma ou duas fotografias para a posteridade.

Esta nova versão, mais inovadora do ponto de vista do design que a anterior naked da marca, conta com tecnologia de última geração reforçando os pontos de segurança e mapeamento do motor, com quatro modos de condução (rain, normal, sport e custom).

FEITA PARA A ESTRADA

Sempre que rodamos o punho, especialmente no modo Sport, o motor delicia-nos com a explosão dos seus 116cv através do inconfundível escape de três saídas. É também impossível ficar indiferente ao quickshifter, traduzindo-se num enorme prazer ao  passar de caixa em altos regimes. Uma ressalva: este tricilíndrico tem urgência em acelerar. E muito.

Possui oito níveis de controlo de tracção, sendo possível explorar todo o seu potencial de forma gradual e com a máxima segurança. O abs é subtil, intervindo excepcionalmente em situações de exagero.

Claramente, a Brutale 800 é uma mota que pede estradas de montanha cheias de curvas e contracurvas para sentirmos todas as suas capacidades.

VEREDICTO

Olhamos para a Brutale e vemos uma moto muito característica, diferente das demais: as suas proporções e design fazem dela uma peça de arte, um objecto de desejo e luxuria - digna de exposição na sala para os amigos apreciarem. Na estrada, esta tricilindrica propõe diversão, travões ajustados em potência, suspensões rigorosas na leitura do terreno, posição de condução "bastante frontal" com os braços bem abertos sobre o guiador largo, pernas flectidas e recuadas, ambas prontas para o ataque às curvas mais ambiciosas.

Gostámos bastante de ouvir o rugir desta máquina e a sua performance não ficou aquém das expectativas. Queremos mais!

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BMW K1600GT


K 1600 GT

BMW

BMW K1600GT


K 1600 GT

BMW

CAVALOS AOS VENTO

Estivemos aos comandos da "familiar" BMW K1600GT numa viagem até ao coração da Costa Vicentina. Arrábida, Alcácer do Sal, Carrasqueira, Comporta e Tróia fizeram parte de um itinerário que ficará para sempre na memória do Bom Rebelde como a viagem mais confortável que alguma vez fez sobre duas rodas. E porquê? Esta K1600 tem um conforto inigualável. Não acreditam? Sigam a reportagem... 

Que a Costa Vicentina é considerada por muitos uma das áreas mais bonitas de Portugal, já todos nós sabíamos. O que o Bom Rebelde desconhecia é que esta zona esconde igualmente segredos de paisagens arrebatadoras, que só a K 1600 GT consegue proporcionar. Foram 12 kms de praias de areia branca, águas cristalinas, arrozais a perder de vista, um vastíssimo pinhal e comunidade infindável de melgas (!), que tornaram esta roadtrip numa viagem memorável.

Em cima: Restaurante Cavalariça, no centro da Comporta e águas cristalinas da praia do Soltróia a "piscar o olho" à Reserva Natural da Arrábida.  Em baixo: Casas na Areia, alojamento local e Porto palafítico da Carrasqueira

A Mota 

Aos comandos da K 1600 GT sentido-nos a "voar": apesar das suas dimensões vigorosas, a K de seis cilindros não oferece qualquer dificuldade de adaptação. Sempre bem comportada, esta familiar de dois lugares apresenta uma tamanha facilidade de manobra e estabilidade digna de referência. Já a sua panóplia digital, com destaque para o excelente (e ultra equipado de série) computador de bordo, transmitiu-nos segurança e não nos fez ficar mal em estradas de acesso menos público...

No campo do conforto, irrepreensível: Os assentos são os ideais para quem gosta de viagens de longa distância - o caso desta - não só pelos famosos acabamentos BMW,  mas acima de tudo pelo controlo de aquecimento que propõe em noites mais gélidas, como as que se verificaram em Tróia. As suspensões ESA são eficazes e o motor é vigoroso para o porte visível desta senhora e rainha das estradas.

O escape de origem faz-se ouvir, contudo o opcional HP by Akrapovic torna não só o som mais grave e potente, como visualmente mais desportivo. Já o farol Adaptative Xenon vem dar um novo poder à iluminação desta K1600, que se revelou eficaz em todos os momentos do dia e noite. Para rejubilo de muitos, os consumos são regrados, a apontar uma média de 5.5 litros/100 kms.

Ficámos com muita vontade de voltar a fazer este percurso e levar a GT até ao fim do mundo. 

VEREDICTO

O tamanho intimida. No entanto, a seguir aos 10 primeiros metros é como se a K100GT fosse nossa desde sempre: muito intuitiva de se conduzir, torna-se quase irrisório tamanha agilidade e confiança que transmite ao condutor. É definitivamente uma mota de turismo, ideal para pequenas e grandes aventuras por esse mundo fora, sózinho ou acompanhado, num viciante rugido que só um seis cilindros é capaz de exacerbar. Apenas um defeito, não é nossa. Queremos mais!

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BMW S 1000 R


S 1000 R

BMW

BMW S 1000 R


S 1000 R

BMW

URBAN BEAST

A zona ribeirinha de Lisboa foi a área escolhida para o Bom Rebelde maravilhar-se com as notas sonoras desta espectacular mota que proporciona verdadeiros momentos de adrenalina e um enorme sorriso no rosto barbudo.

Não temos dúvidas de que "Urban Beast" é a melhor descrição para a naked possante de 160 cv que tivemos oportunidade de experimentar. É uma mota com uma dinâmica estonteante, enorme capacidade de aceleração e resposta (mesmo em ambientes citadinos de grande complexidade), design agressivo - mas não consensual, e no fundo, uma cosmopolita saída das pistas.